Mediocridade

Somos todos iguais,

No nascimento e na morte.

O que nos diferencia,

É a mediocridade humana,

Que permanece no homem.

E reluta em não mudar.

As atitudes do dia-a-dia,

Cheias de egoísmo barato,

Leva-nos devagar a pobre glórias.

Sei do poder do homem,

Que tudo pode na mediocridade,

Nada deixando para seu semelhante,

A não ser individualidade dos nobres.

Que oprime pequenos e grandes.

Nada deixa

A não ser a dor do pensante.

A origem de cada ser é igual.

Mas valores individuais e mesquinhos,

Assim fazem a diferença de cada ser.

Nada se faz de novo,

Nada se muda,

Tudo parece o mesmo.

Só os medíocres se contentam,

Nas suas atitudes arrogantes,

Nada percebendo que somos todos iguais.

Todos nascem, todos morrem.

Porém alguns vivem na serenidade,

Que as almas nobres sentem.

Ir.-. Alípio Gabriel da Silva Vaz